de Mark Lawrence (Resenha repostada)
Sinopse:
Tem início a Trilogia dos Espinhos: Ainda
criança, o príncipe Honório Jorg Ancrath testemunhou o brutal assassinato da
Rainha mãe e de o seu irmão caçula, William. Jorg não conseguiu defender sua
família, nem tampouco fugir do horror. Jogado à sorte num arbusto de
roseira-brava, ele permaneceu imobilizado pelos espinhos que rasgavam
profundamente sua pele, e sua alma. O príncipe dos espinhos se vê, então,
obrigado a amadurecer para saciar o seu desejo de vingança e poder. Vagando
pelas estradas do Império Destruído, Jorg Ancrath lidera uma irmandade de
assassinos, e sua única intenção é vencer o jogo. O jogo que os
espinhos lhe ensinaram.
Se há algo que
os fãs de literatura fantástica precisam admitir, é que depois do advento de Game of Thrones (e aqui me refiro à
série, que definitivamente impulsionou as vendas dos livros de As Crônicas de Gelo e Fogo) muitas
outras obras de fantasia medieval surgiram. Não que isso seja um problema,
longe disso. O problema, para o autor, para a editora e para o próprio livro em
si, é se destacar em meio à tanta coisa de qualidade no mercado. Mas a Trilogia dos Espinhos consegue.